Novo Mundo, nova novela das 6: Letícia Colin será Leopoldina

Letícia Colin aparece, pela primeira vez, como Leopoldina, sua personagem em 'Novo Mundo', a nova novela das 6 (Foto: Ellen Soares/ Gshow)

Foto Divulgação TV Globo

Não vai ser fácil para ninguém, muito menos para Leopoldina (Letícia Colin). Novo Mundo, a nova novela das 6, começa justamente na vinda da arquiduquesa austríaca para o Brasil em 1817, no início do século XIX. Para finalmente conhecer Dom Pedro (Caio Castro), seu marido, e reinar ao seu lado, a monarca vai atravessar o Atlântico sonhando com seu príncipe encantado sem nunca tê-lo visto. Nas terras tupiniquins, porém, ele não deixará seus casos proibidos, mesmo sendo um homem casado no papel.

Escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, com direção artística de Vinícius Coimbra, Novo Mundo é uma aventura romântica ambientada no Brasil do início do século XIX, entre 1817 e 1822. A estreia da trama está prevista para março.

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Bertolazzi comenta onda dos programas de culinária na TV no “Estação Plural”

Divulgação TV Brasil

“Comecei na gastronomia no buffet com a minha mãe fazendo festa de casamento. Depois montei meu restaurante e em seguida fui para a televisão”, revela o chef Carlos Bertolazzi na entrevista para Fefito, Ellen Oléria e Mel Gonçalves no programa “Estação Plural” desta segunda (23/01), às 22h, na TV Brasil.

Fera na cozinha, Bertolazzi ganhou fama ao participar dos realities de culinária na telinha. Com bom humor, ele brinca com os apresentadores sobre o seu toque especial nessas atrações: colocar pânico entre os cozinheiros.

O entrevistado também comenta a onda dos programas de culinária na televisão brasileira. Os programas sobre o tema proliferaram tanto nos canais de sinal aberto quanto na tevê fechada. Carlos Bertolazzi argumenta que vê o trabalho na cozinha como vocação.

“Antes eu trabalhava no mercado financeiro. Costumo dizer que hoje eu não sei onde começa meu trabalho e termina meu prazer. Com esse amor e tesão pelo que eu faço nem sinto que trabalho”, comenta o chef que ainda destaca a importância do tino para o negócio. Para ele, não basta saber cozinhar.

“Para ter um restaurante de sucesso não basta ser um bom cozinheiro. Tem que ser bom administrador. Um restaurante é um negócio como qualquer outro. Pode estar lotado, mas você precisa fazer compras, gerenciar o seu menu, pensar o cardápio de uma maneira que faça sentido e você aproveite o alimento de uma forma completa”, explica Bertolazzi.

O papo de Fefito, Ellen Oléria e Mel Gonçalves com o chef ainda gira em torno de outros temas: como lidar com a posse no amor e a violência contra a população trans no Brasil, país que mais mata transexuais no mundo.

No desafio Aurélia, Carlos Bertolazzi tenta adivinhar o sentido do termo “neuza” na linguagem pajubá. Nesse quadro do programa Estação Plural, os entrevistados devem descobrir o significado de palavras do universo LGBT.

Escorpião, aranha, vespa, carne de cachorro, pele de baleia, macaco defumado, filhotes de rato, vinho de cobra… Essas e outras iguarias podem soar exóticas ou até mesmo consideradas “bizarras” para muitos brasileiros e até ocidentais como um todo, mas fazem parte do cardápio de milhares de pessoas mundo afora.

Como a diversidade é a marca registrada do Estação Plural, os variados hábitos alimentares não poderiam ficar de fora da pauta. E sobre o assunto, o chef Carlos Bertolazzi é enfático. “A gente precisa observar muito as culturas, porque às vezes a gente critica alguma coisa, algum tipo de alimento que alguém consome sem pensar o porquê de se consumir aquilo ou qual é a explicação”, fala.

Com a maior população do planeta, cerca de 1,3 bilhão de pessoas, a China é um dos países mais conhecidos por suas iguarias. Após turbulentos períodos de fomes devastadoras, lá se come um pouco de tudo, inclusive insetos. “os problemas de fome no mundo seriam reduzidos se as pessoas comessem insetos, mas a gente não tem culturalmente esse costume”, pondera Bertolazzi.

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